Este ano vou passar o Natal sozinha pela primeira vez. Não quero ir para o Algarve ver uma mãe que só fala comigo porque apareci fisicamente à frente dela, nem aturar os gritos dos meus irmãos a pensar que mandam em tudo e todos, nem falar com a minha avó (que é o mesmo que falar com uma parede porque ela tem razão em tudo). Vou ficar sozinha, isto é, sem pessoas mas com os meus dois gatos. Preciso de um natal sem falsidades, com os meus meninos e com bolos só para mim!
Ontem pela primeira vez assisti a um espectáculo de ballet, algo que queria ver há muuuitos anos. Foi no coliseu dos recreios e fui com o meu namorado (que tinha oferecido os bilhetes no meu aniversário). Fomos ver A Bela Adormecida e ADOREI! Ainda hoje, toda aquela dança me parece irreal. Tudo tão perfeito, delicado... várias vezes as bailarinas me fizeram lembrar animais como cisnes e pássaros a voar...
A fotografia não é minha, mas é mesmo do espectáculo.
O Trump já tomou a pior decisão da vida dele, da vida dos filhos e da de todos nós, ameaçou que não quer fazer parte do Acordo de Paris pelas alterações climáticas.
Pior do que construir um muro é mesmo condenar o próprio planeta a afogar-se nos erros que cometemos há tanto tempo e para o qual estamos, gradualmente, a acordar.
Vi esta frase num filme e acho que deveríamos pensar sobre ela.
"Se a Terra morresse a espécie humana morreria também. Mas se os humanos desaparecessem ela sobreviveria."
Porque é que insistimos em tratar mal o único planeta que temos? Reciclar, andar de transportes públicos, comer os alimentos certos, não sujar as ruas... Cada vez que vejo alguém contrariar constantemente o bem-estar da Terra, pergunto-me porque escolhe ser tão ruim. Para quê? Não respeitar a própria casa, o único local onde podem viver...
Inconsciência ou pura maldade? E não é a maldade uma inconsciência?